Promotor
Teatro Nacional São João E.P.E.
Breve Introdução
“Para mim representar é um combate. É kung-fu. Um combate contra si mesmo.” Kung-Fu, o solo autobiográfico de Dieudonné Niangouna, dramaturgo, encenador e ator congolês, testemunha o teatro como uma arte marcial, uma arte de combate: “É a fight.” Terão sido palavras como estas que, há mais de dez anos, Renata Portas ouviu na FLUP, quando Niangouna falava sobre como o teatro lhe salvara a vida. “Onze anos mais tarde, li várias peças e esta atravessou-me pelo nome, primeiro (imagens na retina: Bruce Lee, mais tarde, Tarantino, filmes com pipocas, a infância, carros e Steve McQueen).” Uma afinidade revelou-se assim, uma vez que o herói de Kung-Fu é um contador de histórias de filmes (não só de kung-fu, mas especialmente), de mil aventuras vividas ou fantasiadas, um homem-palavra. “Depois de tanto contar filmes, acabei por me contar a mim próprio.” O Kung-Fu de Renata Portas, com Diogo Tormenta a encarnar o solo, leva-nos a participar do combate, a insistir no teatro. “A vida é o que eu ponho no palco. Falar de dentro de mim. Falar fora de mim. Para falar às pessoas.”
Ficha Artística
Kung-Fu
de Dieudonné Niangouna
dramaturgia e encenação Renata Portas
interpretação Pedro Manana
tradução Regina Guimarães
apoio ao movimento Isabel Ariel
desenho de luz Rui Quintas Azevedo, Renata Portas
desenho de som Rodrigo Ferreira
rap (gravado) Rato 54
vídeo Vasco Monteiro
figurinos Público Reservado
fotografia João Coles, Gil Macedo Araújo
grafismo e comunicação lina&nando
produção executiva Carla Gomes
Preços
Descontos
- Cartão Amigo TNSJ
- Cartão Estudante
- Cartão Jovem
- CARTÃO PORTO
- Crianças e Jovens até 25
- Grupos mais de 10 pessoas
- Maiores de 65 Anos
- Profissional doTeatro
- Quarta-Feira
- Quinta-Feira